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08/05/2019
[Report] ANGELUS APATRIDA e REVOLUTION WITHIN no MusicBox Lisboa
No passado sábado, 4 de Maio, houve festa rija no MUSICBOX LISBOA com os lisboetas a receberem a segunda data dos concertos de Revolution Within com os espanhóis Angelus Apatrida.
19/10/2018
[Report] Festival Bardoada e Ajcoi 2018 (primeiro dia)

Nos passados dias 5 e 6 de Outubro tivemos mais uma edição do Festival Bardoada & Ajcoi no Pinhal Novo. Dois dias com bandas de excelente qualidade e de vários géneros.
Desalmado, Decreto 77, Since Today, Nowhere to Be Found, The Year, Tales For The Unspoken, Besta, Revolution Within, Dapunksportif, Iberia e The Parkinsons
03/10/2018
[Agenda] O feriado está aí à porta e o Festival Bardoada & Ajcoi também!
Quando viramos a página do calendário para o mês de Outubro já sabemos
que um fantástico evento nos espera.
É já este fim-de-semana, dia 5 de Outubro (feriado, sexta-feira) que terá início mais uma edição do Festival Bardoada & AJCOI no Pinhal Novo: 2 dias com 22 bandas!!!
23/08/2018
[Report] Laurus Nobilis Music Famalicão - Dia 2
13/03/2018
[Report] INFRAKTOR apresentaram álbum de estreia Exhaust em Viana do Castelo
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artwork by Hauke Vagt (Atelier 49)
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Foi no passado dia 3 de março que os Infraktor e Revolution Within passaram por Viana do Castelo e tocaram no Cave Avenida.
27/02/2018
[Report] The Haunted, The Descent, Norunda e Revolution Within @ RCA Club Lisboa
A Trilogia Noites de Metal em Lisboa no RCA Club: Na anterior sexta, sábado e este domingo, o clube acolheu três eventos seguidos de grande metal, com a passagem de 11 bandas pelas três noites. A prova que a cena Underground está muito viva!
Com o seu mais recente trabalho ‘Strength In Numbers’, editado pela Century Media em 2017, a banda mítica de Thrash / Death Metal da Suécia The Haunted regressa a Portugal, no âmbito de uma digressão Ibérica com uma dezena de datas. O dia 18 de Fevereiro é a data exclusiva de passagem da banda pelo nosso país, trazida pela mão da Notredame Productions, com sala marcada no RCA Club, Lisboa.
Com eles trazem a companhia e todo o peso de Norunda (Portugal / Espanha), The Descent (Espanha) e Revolution Within, os convidados especiais para abrir o concerto em Portugal.
06/12/2017
02/11/2017
[Agenda] Segunda edição do Oeste Underground Fest é já este sábado
17/08/2017
[Report] Vagos Metal Fest 2017 (1º dia)

11 de Agosto, com Tales For The Unspoken, And Then She Came, Revolution Within, Gama Bomb, Rhapsody Reunion, Arch Enemy, Wintersun, Therion e GRUNT
Primeiro dia | Segundo dia | Terceiro dia
27/01/2017
Novo anúncio de bandas para o Resurrection Fest! Sabe quais as bandas nacionais confirmadas hoje:
Mais uma mão-cheia de confirmações foi anunciada hoje para o Resurrection Fest deste ano, que terá lugar mais uma vez em Viveiro (Galiza), de 5 a 8 de Julho.
Para nós é com muito orgulho que vemos adicionadas mais duas bandas nacionais. Sabe tudo abaixo:
03/09/2014
Casaínhos Fest 2014 - Vídeos e fotos
Foi um ambiente de grande confraternização que encontrámos na primeira vez que nos deslocámos a Casaínhos (Fanhões, Loures), no passado Sábado, 30 de Agosto, para este Festival que já nos recomendavam há uns tempos. Falha nossa devidamente corrigida.
Não fizemos reportagem do evento, mas deixamos aqui alguns vídeos desse dia, bem como fotos tiradas por alguns amigos fotógrafos. Foi uma grande festa, como poderão ver:
27/07/2013
[Report] PRIMAL ATTACK + Switchtense + Revolution Within + Diabolical Mental State + Kapitalistas Podridão @ República da Música 19/07/13 - Lançamento de «Humans»

A República da Música em Lisboa presenciou no passado Sábado, 19 de Julho, a mais um momento que marca a história do metal, assim como do underground português.
Apesar de terem começado esta aventura em 2012, os Primal Attack, ganharam energias e formaram-se na estrada, deixando para trás o rótulo de projecto pós- Seven Stitches que até agora servia de ponto de referência no curriculum do vocalista Pica. «Humans» era portanto o resultado que muitos esperavam, e uma consagração de uma banda que têm tudo para se afirmar num meio onde as sonoridades com base em algum Groove/Thrash-Metal parecem prosperar e ganhar uma base de fãs solidas, como se verifica com alguns dos restantes nomes que preencheram o cartaz.
Coube aos Kapitalistas Podridão a honra de abrir o que se considera um cartaz de luxo, neste meio que cada vez mais chega a públicos diversos, naquele que foi o seu concerto de estreia. Com uma grande vertente política e ideológica tanto nas suas letras, assim como no discurso perante o público, a banda arrasou uma sala ainda a compor-se, com um Death Metal em português que desde cedo despertou o interesse da audiência.
Uma introdução com algumas das vozes do nosso dia-a-dia politico, desde o ex-Primeiro Ministro Sócrates ao mais recente ( e já ex!) Ministro das Finanças Vitor Gaspar, deixando bem claro o alvo de temas como «Sanguessugas Esturpadoras» e «Podridão Nacional», como podem assistir nos vídeos que o SFTD gravou para vocês. Descalço e de tronco nu, Bixo de facto demonstrou-se um animal de palco, que se atirou às feras sem medo. A experiência de outras andanças fez-se notar, e até mesmo nesta rampa de lançamento a banda de Grândola não cedeu um milímetro num concerto que entrou facilmente no goto daqueles que fizeram questão de chegar cedo.
As faixas enfeitaram a rigor, e o cuidado em optimizar o som do P.A. só demonstrou empenho naquilo que fazem : fossem assim todas as primeiras vezes e a natalidade nacional teria outros valores... Uma performance de grande eficácia.
Há uns meses, os Diabolical Mental State tinham estado presentes na mesma sala, no lançamento do novo álbum dos Steal Your Crown, onde jogaram como possíveis outsiders, conseguindo ultrapassar essa barreira com alguma facilidade. Desta vez a realidade era outra. A sonoridade não podia estar mais de acordo. Sem assumir o protagonismo do conjunto da Moita, os DMS são a pouco e pouco siglas a decorar e muito se deve às suas performances entusiastas onde o dinamismo e a constante procura de interacção com o público faz aumentar a temperatura de qualquer recinto. O suor em palco fora superado pelo frenesim montado no mosh, onde a par e passo começava o bailarico a acontecer.
«Warfare» comprovou-se mais uma vez o pico do seu concerto com direito a um coro na frontline, dando ideia que a experiência obtida no meio da malta do hardcore criou frutos.
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| Diabolical Mental State |
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| Revolution Within |
A zona centro já tinha saudades dos Revolution Within. Outra estreia, desta vez em relação à sala, a banda deslocou-se a terra de mouros e sem contenção provou, mais uma vez, o porquê de «Straight Within» ser um álbum obrigatório. Os poderosos riffs que fluem das guitarras culminam numa pujante prestação vocal de Raça, que faz jus ao nome. «Pure Hate» madrugou na setlist, o que fazia prever um concerto sem espinhas e em contra-relógio. O single obteve reacções automáticas sendo que temas como « Straight From Within» e «Bleed» confirmações de mérito próprio.O primeiro grande momento, de uma noite de cariz quase familiar, coube à subida de Hugo ( Switchtense) para a já previsível «Pull the Trigger». As movimentações mais uma vez intensificaram-se, e a comunhão dos dois colossos é tão grande que de facto as semelhanças de ambos, desde os tiques de palco aos sufixos -alhos, sempre presentes, faz mesmo crer que temos dois irmãos de pais distintos. A humildade de ambos será eternamente um ponto que favorece a proximidade que estes conseguem com o seu público. Faz levantar a questão, de onde vem aquela raiva poderosa que preenche as letras de ambos?
Recuando uns aninhos ao álbum de estreia «Collision»,«Silence» não ficou de fora «Stand Tall» teve mais uma vez direito ao tradicional Wall of Death dando por terminado um concerto que pecou pelo tempo. A noite era de festa, e o foco era outro. No entanto, a audiência não desdenhará certamente uma possível passagem de futuro da banda à capital.
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| Revolution Within c/ Hugo Andrade |

O traçado da banda oriunda de gentes da Moita ajudou a desbravar muito do que é hoje a realidade do metal nacional, e muito concretamente neste sub-género em questão. Não é por acaso que dificilmente se fala das restantes bandas sem fazer referência aos Switcthtense, que se com «Confrontations of Souls» abalaram, e «Switchtense» serviu de confirmação, o mais recente «X Unbrekable Years» cheira a consagração. A verdade é que não há qualquer tipo de vergonha em afirmar o seu sucesso.
Se muitos apontavam o estrangeiro como o futuro possível da banda, numa epopeia semelhante aos Moonspell, hoje nasce a dúvida se a sua mística não passa pelo seu reinado incontestável em território underground lusitano onde são réis legítimos e com o aval do povo.Curiosamente, este concerto serviu de estágio para o maior festival metal/hardcore da Península Ibérica em 2013, o Resurrection servirá certamente de montra, assim como para os compatriotas For the Glory e Devil in Me. Pelo que se tem testemunhado, os espanhóis não ficarão certamente indiferentes.
«Face Off» abriu uma sequência que soa a best of, onde os timings da setlist estão feitos de forma a maximizar a experiência do público, quer no mosh como fora dele, onde o sing along e o headbanging foram constantes. «Second Life», do primeiro álbum «Confrontations of Souls» seguiu-se de rompante, mas «Right Track» ultrapassa o nível de euforia, revelando que no caso dos Switchtense, melhoram a cada passo, não ficando presos a temas incontornáveis como « State of Resignation», distribuindo doses de violência sonoroda (no bom sentido) nos singles «Unbreakable» e no velho hino «Into the Words of Chaos».
Neto é um guitarrista super carismático, mas a musicalidade de Pardal, Karia e a qualidade técnica de Xinês (que também o prova no seu novo projecto Awaiting the Vultures) enchem a sala numa atmosfera caótica e por vezes mesmo apocalíptica criando momentos de grande intensidade nos sucessivos circle-pits.
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| Switchtense |
Na voz, pouco mais se pode acrescentar ao que fora dito diversas vezes: Hugo é um pujante colosso que irradia uma aura de grande humildade, deixando bem claro que isso nunca mudará ( «We Will Always be the Same»).
«Infected Blood», em tom de despedida vitoriosa, catalisou a multidão a libertar as restantes energias ao fim de um concerto devastador que provou ser o grande ponto a favor na composição do cartaz.
Os senhores (mestres-de-cerimónia) da noite no entanto eram outros.
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| Primal Attack |
Primal Attack é sinónimo de banda em ascensão. Comecei o texto com uma arriscada introdução onde falo de história, «Humans» é o primeiro passo oficial para credibilizar a banda que aos poucos têm passado de preencher, a criar interesse próprio por parte do público.
Muito se escreve sobre o vocalista, deixando no ar uma certa descredibilização perante o colectivo.Miguel Tereso e Tiago Câmara têm um leque de riffs de um groove que prova qualidade na facilidade em entrar no ouvido, algo que no groove deve ser um aspecto de valor.Miguel Miranda e Miguel Tereso ( ena tantos Migueis!) enchem o ambiente com o poder dos graves do baixo e bateria como se verifica por exemplo em «Time to Reset».
O alinhamento do concerto por razões obvias, não fugiu ao previsto, sendo que «Humans» fora tocado num registo de principio ao fim. 8 temas de grande intensidade, onde «Despise You All» mais uma vez com o convidado de serviço, Hugo, teve a melhor reacção por parte do público que aplaude as demonstrações de carinho e amizade que só o underground proporciona.
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| Primal Attack |
Os temas foram sido postados nas redes sociais ao longo do ultimo mês, num hype frenético que antecipava este momento. «Mindwalker» , «Not Enough» e «Time to Reset» não faltaram mais uma vez, mas a surpresa passa pela estreia de «Road to Nowhere».
Pica não soube esconder o entusiasmo ao longo da actuação, e mais uma vez demonstrou o porquê de ser um frontman que fica na memória do público. «No Respect» servido na despedida numa bateria avassaladora, puxa pelo corpo, não tento qualquer tipo de piedade ou misericórdia pelos presentes. Um encore mais do que merecido repetiu a oportunidade de ficar afónico ao som de «Despise You All», tema chave do pequeno mas promissor reportório dos Primal Attack.
Noite de celebração na República da Música onde o Groove Metal, de grande qualidade, demonstrou que o metal de grande qualidade não é coisa além fronteiras.
Mais uma vez, a Hell Xis premiou o público com esta oportunidade de conseguir seguir de perto grandes bandas sem os clichés, ou valores acima de muitas bolsas como se verifica nos festivais do circuito de Verão.
Texto/Vídeos: Tiago Queirós
29/03/2013
Report 2º dia Moita Metal Fest 2013 (c/ videos)
A tarde de sábado contrastava com a chuvosa noite anterior – o Sol moitense recebia de braços abertos o público ainda longe de estar saciado de música pesada.
15/03/2013
Moita Metal Fest 2013: tudo o que precisas saber (ganha bilhetes)
Integrando a Quinzena da Juventude, numa organização conjunta dos Switchtense e C.M. Moita, eis que nos próximos dias 22 e 23 de Março as atenções se viram para a Moita, onde decorrerá mais uma edição (será já a décima) do Moita Metal Fest, na sala da Soc.Filarmónica Estrela Moitense.
Ao longo dos anos o Moita Metal Fest tem vindo a assumir um relevo cada vez maior na cena de eventos em Portugal: reforçando a aposta nas bandas portuguesas, serve também de local para descoberta de talentos, devido à qualidade das jovens bandas ali reveladas.
22/11/2012
Trivium + Revolution Within @ Lisboa 20/11/2012
Apesar de uma terça-feira chuvosa previa-se que o Paradise Garage fosse encher para uma noite intensa e pesada. Os bilhetes esgotaram bem antes da data marcada, apesar de no próprio dia a promotora ainda ter disponibilizado a venda de algumas dezenas à porta. Mas, do prever uma noite intensa, a ver e sentir toda a plateia saltar ao som da banda americana, Trivum, foi sem dúvida um momento marcante e inesquecível. O vocalista, Matt Heaffy, repetiu vezes sem conta que o público português foi simplesmente “amazing”. E quanto ao público, esse delirou do princípio ao fim, sem parar de cantar, pular e entre moshes e crowd surfing, vibrar com a energia que emanou daquele palco.
| Revolution Within |
Durante o check sound de Trivium, a assistência mostrava-se ansiosa, chamando insistentemente por eles e interagindo inclusivé com o pessoal do check sound. Para um pré-aquecimento do público a banda escolheu passar o tema “Hallowed Be Thy Name”, dos Iron Maiden e mal a música terminou os Trivium entraram em palco.
Tudo parecia estremecer quando as primeiras batidas irromperam no Paradise Garage. Começaram com “Capsizing The Sea”, intro para a apelativa "In Waves" do seu último álbum com o mesmo nome, e foram desfilando temas de praticamente todos os seus álbuns. No terceiro tema, já todo o público saltava fazendo parecer um mar agitado. Era impossível não se deixar envolver por essas ondas gigantes e turbulentas.
Matt apresentou-se aos fãs em português e mencionou que apesar de a vontade de virem tocar a Portugal já existir há anos só agora conseguiram vir pela primeira vez. Este foi o último concerto da tour que dura há cerca de um ano e meio e ficou certamente marcado na história da banda como um grande momento, porque pelas suas palavras e reacção ficaram rendidos à forma como foram recebidos pelos portugueses. Penduraram inclusivé a bandeira portuguesa oferecida pelos fãs, na plataforma de onde se erguia a bateria, ficando ali até ao final do concerto.
Após "Entrance Of The Conflagration” do seu terceiro álbum “The Crusade”, momento para um Wall of Death gigante, Matt continuou a puxar pelos fãs, pedindo mais e mais. Mencionou ainda que todos erámos iguais, a banda e o público e todos precisávamos estar em sintonia. A banda não ficou desiludida ou a frase “you’re amazing” não sairia de forma tão espontânea, consecutiva e sentida.
A banda mostrou-se sempre com grande à vontade e energia em palco e apesar do som elevadíssimo e algumas inconstâncias por parte da bateria, pode-se dizer que foi um dos melhores concertos do género nos últimos tempos, pela entrega de ambas as partes e pela intensidade constante. Dedicado a todos os presentes e a Portugal, terminaram em grande com “Throes of Perdition”.
Já na despedida e com o tema de fundo “Leaving This World Behind”, foram distribuindo umas centenas de palhetas e algumas baquetas pelo público, deixando a promessa do regresso a Portugal.
SET LIST:
In Waves
Like Light to the Flies
Rain
Into the Mouth of Hell We March
Down From the Sky
Entrance of the Conflagration
Black
The Deceived
Watch the World Burn
A Gunshot to the Head of Trepidation
Ember to Inferno
Built to Fall
Dying in Your Arms
Pull Harder on the Strings of Your Martyr
Torn Between Scylla and Charybdis
Throes of Perdition
BREVE ENTREVISTA A REVOLUTION WITHIN:
BREVE ENTREVISTA A REVOLUTION WITHIN:
No seguimento do concerto, a Songs For The Deaf Radio conseguiu uma espécie de flash interview com a banda de abertura, Revolution Within.
Songs For The Deaf Radio: O que sentiram ao saber que iam abrir o concerto de estreia em Portugal dos Trivium? Superou as vossas expectativas?
No que diz respeito ao concerto, superou largamente as nossas expectativas, sem dúvida! Pensávamos que, uma vez que éramos a banda de abertura, teríamos muito menos público que os headliners… Ainda bem que nos enganámos!
O concerto foi brutal! O público foi extraordinário! Nunca pensámos ter tão boa reacção! Por mim voltávamos a tocar hoje (risos)…
SFTD Radio: O que se pode esperar dos Revolution Within, no futuro?
RW: O mesmo de sempre: entrega, atitude, alegria, humildade e prazer. Não sabemos fazer as coisas de outra forma. Tudo o que conseguimos até hoje foi à custa de algum sacrifício, mas tem valido a pena, sem dúvida. Naturalmente queremos continuar a crescer e a ver o nosso trabalho reconhecido, por isso parece-me legítimo que no futuro queiramos chegar ainda a mais pessoas. Esperamos dar mais concertos, sendo que alguns desses concertos serão no estrangeiro, pois será mais uma forma de provar o nosso valor. Tudo a seu tempo e de uma forma minimamente organizada para não apanharmos dissabores…
Entrevista por: Joana Carriço
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