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16/01/2018

Lançamentos internacionais de 2017: as nossas escolhas


Num ano com centenas e centenas de lançamentos não foi tarefa de todo fácil criar uma lista para a nossa votação interna. O ano de 2017 foi prolífico em quantidade e qualidade, nos mais variados géneros da música pesada. Com tanta escolha os votos foram muito mais dispersos do que nas nossas escolhas nacionais (que podes consultar aqui), sendo a seguinte lista o resultado dos mesmos, ou seja os álbuns que mais gostámos

28/04/2017

Decapitated partilharam primeiro single do novo álbum


Os polacos Decapitated revelaram o vídeo oficial do novo single "Never".



Este é a primeira amostra retirada do novo álbum "Anticult", que vai ser editado no dia 7 de Julho, com o selo da Nuclear Blast.




"Anticult" sucede a "Blood Mantra", que foi lançado em Setembro de 2014.

23/07/2015

[Report] Resurrection Fest 2015 (1º dia)

16 de Julho: Cannibal Corpse, Toundra, Suicide Silence, Black Label Society, Decapitated, Comeback Kid, Refused, Soulfly, Betraying The Martyrs, Devil Sold His Soul, Heart of a Coward, Misanthrope, Aphonnic, Jardin de La Croix

Report do 1º Dia || Report do 2º Dia || Report do 3º Dia

20/11/2014

Membros de The Haunted e Decapitated formam nova banda e procuram vocalista (com vídeo)


O guitarrista Ola Englund (The Haunted) e o baterista Kerim "Krimh" Lechner (ex-Decapitated) juntaram forças para formar Eldvåg. Afirmam estar à procura de um vocalista para integrar este novo projecto.

01/11/2013

[Report] Children of Bodom + Decapitated @ Paradise Garage, 30-10-2013

Dois anos depois da passagem pelo Hard Club, no Porto, os finlandeses Children of Bodom voltam a Portugal para data dupla: uma revisita ao Porto, também no Hard Club e para a estreia em Lisboa, no Paradise Garage.
Lisboa faz as honras de receber a tour de apresentação do mais recente registo, 'Halo of Blood' lançado a 28 de Maio deste ano, pela Nuclear Blast.
Pouco passava das 16 horas e, à porta do Paradise Garage, um bom número de fãs esperava ansiosamente pela abertura das portas, com esperanças de conhecer os músicos, o que não impediu a Jaska Raatikainen (baterista de Children of Bodom) de passear discretamente pelas imediações do local.
Com o passar das horas, e como seria de esperar,  a fila começava realmente a crescer até ao momento da abertura das portas. Depois de algumas confusões de organização, lá se orientou – mais ou menos – a fila e começam as corridas para as grades. O recinto enche-se rapidamente e é hora do espetáculo.
Os primeiros a entrar foram os finlandeses Medeia, com o célebre Keijo Niinimaa (Rotten Sound, Nasum) a assegurar os vocais. Desconhecidos por muitos, se não estou em erro, os Medeia conseguiram ainda assim uma boa resposta do público em praticamente todo o concerto e, decerto, ganharam muitos mais fãs com a excelente performance de ontem.
Setlist
1. We All Fail
 2. Abandon All
3. The Unseen
4. Cold Embrace
5. Devouring
6. Descension
7. Iconoclastic
8. Misery Prevails

Como normal, há o pequeno intervalo entre as bandas para tocar equipamento e fazer um soundcheck, que teve direito a cover do hit dos Pantera, “Walk”, por parte de Vogg e Kevin Foley, guitarrista e baterista dos Decapitated respectivamente e, claro, com a audiência a tratar dos vocais.

É então que é hora dos deathmetallers polacos tomarem o palco. Conquistando desde o inicio com 'Pest' e seguindo com '404'. Foi aquilo que considero o primeiro momento alto da noite, visto que os Decapitated não são nenhuns desconhecidos do público português. Mosh pits e crowdsurfings constantes, e com o carismático Rafal sempre a puxar pelo público, os Decapitated mostraram-se mais uma vez como uma banda que não é para brincadeiras, fazendo as delícias dos presentes com temas como 'A View from a Hole', 'Homo Sum' e, para terminar com chave de ouro 'Spheres of Madness'. 
Setlist
  1.Pest 
  2.404
  3.The Fury 
  4.A View From a Hole 
  5.Carnival is Forever 
  6.Homo Sum   
  7.Spheres of Madness 

Eis que chega então a vez dos aguardados Children of Bodom. Soam os primeiros acordes de 'Transference', tema retirado do novo álbum, e o público adere imediatamente e sem hesitar, formam-se os mosh pits e voltam os persistentes crowdsurfers, para a tristeza dos seguranças. Alexi Laiho, vocalista da banda finlandesa, sempre muito falador, a agradecer e a louvar o público português, anunciava agora 'Silent Night, Bodom Night', seguinda por 'Living Dead Beat'  com o público lisboeta a cantar cada palavra e até mesmo cada acorde.  Para a felicidade de muitos, a banda optou por tocar vários temas de alguns dos álbuns mais antigos, como foi o caso de 'Kissing the Shadows', do álbum 'Follow The Reaper'. O que dizer mais? A verdade é que os Children of Bodom deram um concerto excepcionalmente bom, nas palavras de muitos "dos melhores que eles deram em terras lusitanas (se não o melhor)", e não deixaram tempo para a audiência respirar entre muito headbanging e muita gritaria, especialmente durante 'Are You Dead Yet?', em que o próprio Alexi pediu para fazerem o maior e mais rápido mosh pit que alguma vez houve em Portugal: não sei se tal foi cumprido mas os fãs bem tentaram.  Para se despedirem, ficaram os temas 'Hate Me!', 'Downfall' e 'In Your Face'.
No fim, até mesmo aqueles que se diziam não muito fãs ou que simplesmente foram meio contrariados saíram com um sorriso na cara. Os Children of Bodom provaram que conseguem ser mais do que uma banda de guitar hero, e que merecem todo o sucesso que têm tido ao logo dos anos, o mesmo se aplica às bandas que os acompanharam nestas últimas datas da tournée europeia.
Setlist
1. Transference
2. Silent Night, Bodom Night
3. Living Dead Beat
4. Halo of Blood
5. Kissing the Shadows
6. Lake Bodom
7. Hate Crew Deathroll
8. Dead Man’s Hand on You
9. Are you Dead Yet?
10. Blooddrunk
11. Towards Dead End
12. Hate Me!
13. Downfall
14. In Your Face



Texto: Marta Louro
Fotos: Catarina Torres, para a Revista ArteSonora, à qual agradecemos a cortesia (foto report completa aqui)

29/11/2012

Meshuggah + Decapitated @ Paradise Garage 28-11-2012


Apesar da noite fria em Lisboa, foram muitos os que se deslocaram ao Paradise Garage para mais uma noite de peso. A casa encheu e vibrou ao som de Meshuggah, Decapitated e CB Murdoc.

Eram 20h30 quando a primeira banda da noite, CB Murdoc começou o concerto. O som estava elevadíssimo e confuso e apesar de se conseguir perceber alguns instrumentos e voz, não foi uma audição fácil devido aos elevados decibéis. As pessoas circulavam com tampões nos ouvidos e na falta dos mesmos algumas soluções de última hora foram surgindo. Os temas eram fortes e intensos mas não houve grande participação por parte do público.

Com a entrada da segunda banda o cenário foi outro. O som continuou alto mas com os instrumentos muito mais perceptíveis e definidos. Decapitated, a banda da Polónia entrou logo para arrasar com The Knife, um tema do seu último álbum Carnival Is Forever, no qual centralizaram o concerto. Rafal Piotrowski, o vocalista, foi pedindo a participação do público que foi correspondendo e no terceiro tema já a parte central da plateia se agitava em moshes turbulentos. Passando pelo álbum de 2002 Nihilty, em Mother War e com o penúltimo tema Spheres Of Madness foram terminar com Day 69 do seu penúltimo álbum Organic Hallucinosis. Tiveram sempre uma grande presença em palco e o público reagiu ao mesmo, deixando em algumas ocasiões o rosto de Rafal satisfeito chegando inclusivé a aplaudir a reacção dos presentes.


Após o intervalo de cerca de meia hora foi chegada a vez dos suecos Meshuggah. O seu som único e complexo encheu o espaço quando entraram em palco e começaram a tocar o tema Demiurge do último álbum Koloss. As batidas enérgicas em consonância com os efeitos de luz foram uma constante. Seguiram com Pravus do seu álbum ObZen que serviu para abrir as hostilidades. No terceiro tema já o público se agitava e abria espaço para um moshe intenso no centro da plateia. Sem palavras o vocalista Jens Kidman provocava a reacção nos presentes, sendo bastante apenas alguns gestos para reagirem imediatamente. A meio do concerto a banda saiu do palco e o som de Mind’s Mirrors serviu de reentrada para uma segunda parte um pouco mais tranquila com os temas In Death – Is Life seguida de In Death – Is Death do álbum de 2005, Catch Thirtythree. O público ia reagindo e participando e viajando um pouco pela sua discografia. Pouco antes do fim foi a vez do vocalista falar pela primeira vez, mas em poucas palavras disse o essencial, que era um grande prazer estarem a tocar ali nessa noite. Terminaram com Rational Gaze  e saíram do palco.

 
Ainda faltava cerca de quinze minutos para perfazer hora e meia de concerto e ninguém arredou pé, chamando por Meshuggah, batendo palmas e essencialmente demonstrando que queriam mais. Voltaram então para um Encore de dois temas, Future Bleed Machine e Dancers To a Discordand System. A intensidade dos instrumentos, a voz e o jogo de luzes provaram a sua qualidade.

Set List:
  Obsidian
Demiurge
Pravus
Combustion
Glints Collide
Lethargica
Do Not Look Down
The Hurt That Finds You First
 Mind's Mirrors
In Death - Is Life
In Death - Is Death
Bleed
New Millennium Cyanide Christ
I Am Colossus
Rational Gaze
Encore:
Future Breed Machine
Dancers to a Discordant System
 The Last Vigil 


Por: Miriam Mateus
Fotos: Nuno Santos 

Todas as fotos na página do facebook 

 



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