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09/12/2017

[Report] UNDER THE DOOM V: Dia 1

Depois do dia Zero no RCA Club na noite anterior, o já festival de culto da capital Under The Doom, conhecia na sua quinta edição a sala do Lisboa ao Vivo, para o dia Um, antes de retornar novamente ao RCA Club, para a ultima noite.

30/11/2017

Last call: arranca hoje o Under The Doom V

Neste fim de semana prolongado temos na agenda mais uma edição do Under the Doom, promovida pela Notredame Productions. Desta vez, contamos com quinze bandas, distribuídas por três dias e dois espaços, a compor mais um cartaz de luxo, como já vem sendo hábito.

07/02/2014

Lacuna Coil-Nothing Stands In Our Way (ouve aqui a nova malha)

(Fonte: Página FB dos Lacuna Coil)

LACUNA COIL - State “Nothing Stands In Our Way”, Taken From “Broken Crown Halo”; Their New Studio Album Out March 31 in Europe/Australia and April 1 In North America


“Through everyday battles, against all odds, we stand united and don’t look back. We go on against crashing economy, heartbreaks, lifelong obstacles. We learn from our mistakes and nothing can stop us. We fear nothing and we are determined as musicians and as human beings”, say LACUNA COIL about “Nothing Stands In Our Way”, their first song unveiled from “Broken Crown Halo”, their new studio album due March 31 in Europe, Australia, New Zealand and April 1, 2014 in North America on Century Media Records.
Check out “Nothing Stands In Our Way” here:https://soundcloud.com/centurymedia/lacuna-coil-nothing-stands/s-ecjkO

“Broken Crown Halo” is the band's seventh studio album, and the highly-anticipated follow-up to “Dark Adrenaline”, which was released in January 2012 and saw the band tour with acts including Paradise Lost, Megadeth, Motorhead, Volbeat and Sevendust after debuting at No. 15 on the US Billboard Top 200 album chart.

LACUNA COIL return to the road to introduce North America to “Broken Crown Halo” as part of the Revolver Hottest Chicks in Hard Rock Tour (www.hottestchickstour.com), which launches February 20 and features LACUNA COIL sharing a stage with Sick Puppies, Century Media Records labelmates EYES SET TO KILL, and Cilver. LACUNA COIL are currently working on European summer festivals. UK’s Bloodstock is already confirmed, so keep your eyes peeled for more festivals and dates as well as coming news.

10/08/2013

Vagos Open Air 2013 - Reportagem 1º Dia

 
A Quinta do Ega foi o local escolhido este ano para acolher mais uma edição do Vagos Open Air. Esta quinta situada mesmo no centro de Vagos foi sem dúvida um local apropriado para o efeito, não só pelo seu espaço, como pela forma como foi organizado para acolher as centenas de pessoas que se deslocaram a mais uma edição deste festival.

Chegada ao local, fiquei impressionada com a visão do recinto, do espaço de lazer e a zona do acampamento. Estava tudo muito bem organizado e o espaço era verde e aprazível. Conforme ia descendo a rampa de acesso ao festival ia vendo o fluxo de pessoas, algumas ainda acomodando-se no acampamento, outras nas esplanadas que se encontravam à entrada do recinto. Aparentemente havia menos pessoas que no ano anterior, ou a configuração do espaço dava essa ilusão ou de facto o número de pessoas era inferior.

Para abrir o festival, subiram ao palco os portugueses Secret Lie. A banda que com pouco mais de um ano desde a sua primeira aparição pública, tem na sua formação músicos de outras bandas nacionais conhecidas, Pedro Teixeira, o formador da mesma e que pertence aos Corvos, Nuno Correia dos Forgotten Suns e Tó Pica dos Ramp. Apesar de ser uma banda um pouco mais comercial do que estamos habituados a ver nas edições anteriores, ficaram acima das expectativas e foram muito bem acolhidos pelo público presente a essa hora. Fizeram um alinhamento curto mas pesado. Do álbum começaram por tocar Sweet Sadness, Purify e de seguida um solo extenso de guitarra por parte de Tó Pica terminando com uma versão bem enérgica de Vivaldi. Apesar do pouco à vontade de Sara, a vocalista de 18 anos, fizeram uma prestação que mereceu os aplausos por parte do público. Terminaram com A Litle Taste of Fun.

Após um curto intervalo, seguiu-se a segunda banda portuguesa, Bizarra Locomotiva. A banda precursora do metal industrial em Portugal mais uma vez deu espectáculo. Para quem já está habituado a apanhar boleia nas várias ‘estações’ que a banda nos tem proporcionado, nota-se que a máquina está a funcionar cada vez melhor e é difícil não ficar contagiado com a energia que emanam. No tema Anjo Exilado, tiveram Tó Pica como guitarrista convidado e durante o concerto foram poucas as pessoas que não reagiram e pularam ao som da máquina. Mais uma estação bem sucedida.

A terceira banda a pisar o palco foram os finlandeses Moonsorrow. Esta foi a sua estreia em Portugal, apesar de já existirem desde 95. Subiram ao palco em tronco nú e como se estivessem ensanguentados. Tiveram uma boa reacção por parte do público e mostraram-se consistentes e com presença. O seu toque viking ao metal pesado que apresentam está muito bem conseguido e cativaram quem se encontrava na assistência.

Mais um curto intervalo e foi a vez da quarta banda se apresentar no palco. Evergrey, a banda sueca de metal progressivo, começou o seu concerto com velocidade, peso e energia. Os seus temas pesados e obscuros foram ganhando densidade à medida que o concerto avançava, coincidindo com o dia que também ia escurecendo. Após agradecerem ao público o seu respeito e solicitando igualmente o mesmo para as bandas que ainda iriam tocar, terminaram com The Touch.

Sonata Arctica foi a penúltima banda a subir ao palco. A banda finlandesa de power metal veio aparentemente quebrar um pouco o ritmo do que estávamos habituados a ouvir até ao momento neste primeiro dia. No entanto a banda demonstrou grande qualidade e poder. A melodia de peso anexada à voz poderosa e limpa do vocalista cativou os apreciadores de música de qualidade e complexa. Tony Kakko, o vocalista, dirigiu-se ao público perguntando se já alguém esteve “In Love” porque ele já escreveu muito sobre isso, no entanto, o tema que se seguia falava de um amor que acabou tragicamente mal. Terminaram com grande intensidade e receptividade por parte do público.
Mais um curto intervalo e os cabeça de cartaz, os italianos Lacuna Coil, subiram ao palco. A vocalista Cristina, chegou cheia de energia transmitindo-o com a sua linguagem corporal. O público reagiu muito rapidamente à energia que transmitiam e iam acompanhando os temas com entusiasmo. Logo após o terceiro tema, Andrea falou com o público, dizendo que já não vinham a Portugal há 10 anos e que agradeciam a recepção. Tanto a banda como os presentes sentiram o intercâmbio de energia e não ficaram indiferentes. Cristina garantiu que não iam ficar tanto tempo como desta última vez, sem regressar a Portugal, até porque está previsto o lançamento de um novo álbum e isso faz com que seja mais rápido o seu regresso. Imediatamente antes do tema Fragile, Cristina quis testar a receptividade do público com um pequeno teste vocal que o público respondeu com o maior empenho. Seguiu-se os temas End of Time e I Will Survive. Para apresentar o tema seguinte Cristina fala-nos de amor, mas de um amor diferente, associado ao sofrimento, o retratado em Intoxicated

O final do alinhamento estava reservado para a cover de Depeche Mode, Enjoy The Silence, momento em que uma grande parte do público cantou em uníssono com a banda. Saíram do palco mas regressaram ainda para um Encore de três temas. Terminaram em grande e intensamente com Spellbound.

E assim terminou para alguns o primeiro dia de Vagos Open Air. Para outros a noite seguiu-se para o pequeno palco que se encontrava à entrada do recinto de onde foram passando temas pesados para encher a noite.

Reportagem: Miriam Mateus
Fotos: Nuno Santos (todas as fotos no facebook da SFTD)

---> Report do 2º dia <---

Veja também: