Na passada noite de sexta, Lisboa abraçou mais um impressionante evento de metal extremo, a European Siege Tour. Estava uma atmosfera agradável naquela zona da baixa lisboeta com as portas do Coliseu dos Recreios a abrirem-se a uma hora (invulgarmente) precoce das 17:30h. para assistirmos às quatro bandas de metal que preenchiam o cartaz, lideradas pelos Behemoth e os Arch Enemy, e que prometia ser um grande espetáculo.
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10/10/2022
27/06/2019
[Agenda] VOA Heavy Rock Festival: falta uma semana! Horários e toda a info aqui (com vídeos)
17/08/2017
[Report] Vagos Metal Fest 2017 (1º dia)

11 de Agosto, com Tales For The Unspoken, And Then She Came, Revolution Within, Gama Bomb, Rhapsody Reunion, Arch Enemy, Wintersun, Therion e GRUNT
Primeiro dia | Segundo dia | Terceiro dia
25/05/2015
[Report] Arch Enemy + Unearth + Drone @ Paradise Garage
Para muitos dos presentes as memórias do Vagos Open Air 2012 estão ainda frescas. A memorável noite de Verão, em que Angela Gossow tomou o palco e o conquistou (após nomes tão saudosos como os influentes At the Gates e os históricos thrashers Overkill), pode até não ter tido o mesmo impacto que a primeira passagem pelo Alliance Fest ou até mesmo por Almada mas encheu as medidas da comunidade metaleira. A febre parece continuar e bem cedo, ainda na torreira do Sol, já marcavam presença vários fãs à porta do Paradise Garage. 08/05/2015
10 Vídeos Novos desta semana (2 a 8 de Maio)
Ficam aqui as novidades que marcaram a semana, não esquecendo a produção nacional. Verifiquem abaixo a lista: (também disponível no Meo Kanal 511611)
09/08/2012
Vagos Open Air 2012 - Reportagem do 2º dia (04-Ago)
O segundo dia do Vagos Open Air, ao contrário do ano anterior,
foi um belo dia de sol. Aproveitámos para dar um
salto até à praia durante a manhã. Havia transporte à porta do recinto, mas não
foram muitos os aderentes, talvez por desconhecerem ou simplesmente por opção. Após
uma bela manhã de praia e um passeio por Aveiro voltámos ao recinto para mais
uma tarde e noite de peso.
A primeira banda a subir ao palco, foram os
portugueses Mindlock , cheios de garra
e energia. Abriram a tarde da melhor maneira, dando logo o embalo para um dia
em grande. O público esteve participativo desde o início e já se encontravam umas
boas dezenas de pessoas na frente do palco. Foi curto mas intenso.
A primeira banda a subir ao palco, foram os
portugueses Mindlock
A banda oriunda de Taiwan já se encontrava no
palco para iniciar o concerto quando terão identificado alguns problemas no som,
mas que rapidamente foram resolvidos. Quando os Chthonic
Os Textures
vieram fazer jus ao seu nome quando, a partir do primeiro instante a textura
musical característica da banda, encheu o recinto. A intensidade sentia-se
crescer gradualmente em cada tema e essa foi transmitida ao público. Deu-se o primeiro
e grande circle pit do concerto logo no segundo tema, seguido por Storm Warning. Em Consonante Hemispheres, o vocalista pediu um wall of death e pode-se dizer que foi brutal. Fizeram um regresso ao
passado não muito distante quando tocaram um tema do seu álbum de 2004 Polars, Swandive. Após um concerto enérgico e
potente, com a participação igualmente do público, terminaram com Laments of An Icarus.
Coroner
Uma das bandas muito aguardadas da noite estava
prestes a subir ao palco, os OverKill .
O recinto já estava bem cheio e centralizado à frente do mesmo. O seu início foi
arrebatador, ou não tivessem eles já uns bons anos de experiência. Os riffs e
as batidas eletrizantes integravam-se na perfeição com a voz e a banda que tem
origem nos anos 80, demonstrou que os anos apenas têm continuado a dar mais
vigor e poder cativante. Em Electric
Rattlesanke, o quinto tema da noite, já o público estava ao rubro e nem o
cansaço impediu o seu movimento. O jogo de luzes também esteve sempre muito bem
conseguido e integrado no ambiente old
school. Com direito a um Encore
de três temas terminaram com Fuck You.
Mesmo após as despedidas ainda repetiram uns segundos de “We don’t care what
you say” em uníssono com o público e só depois deram por encerrado o concerto
brutal.
Após recuperação de energia, com uma das belas
bifanas do recinto, foi a vez de Arch Enemy encerrar a noite. Não tão efusivos na entrada como o americanos anteriormente, começaram com o tema Yesterday is Dead and Gone e o público reagiu
imediatamente. No meio de moshes e crowd surfing o público ia cantando os
temas e interagindo com a banda que instigava a anarquia e a revolta. De
bandeira preta hasteada e em punho (semelhante à imagem que está no seu último
álbum, Khaos Legions), Angela, a
vocalista marchava no palco ao som de Under
Black Flags We March. Após esse mesmo tema, foi a vez de pedir uma salva de
palmas ao herói da noite, o baterista, que devido a um infortúnio nesse dia e
de forma a não cancelar o concerto, esteve a tocar com uma mão partida. Dead Eyes See No Future foi um tema com
muita participação por parte do público que acalmou ligeiramente quando Nick
Cordle fez um solo de guitarra, com um pequeno engano pelo meio, mas sem dar
parte fraca. No Gods, No Masters foi
dedicado ao ódio pelos governantes. Nos ecrãs laterais gigantes iam passando imagens
alusivas à anarquia e revolução. Terminaram com Fields Of Desolation mas sem direito a Encore.
Com a saída da última banda o festival começou
a ter o aroma do fim. Foi em pouco tempo que as carrinhas para desmontar o
palco entraram e meteram mãos à obra na desmontagem do mesmo. O som das Dj’s
Twisted Sisters começou a encher o espaço e foi a deixa para irmos terminando
as senhas (palhetas) restantes em copos fresquinhos de cerveja e desfrutar da
companhia dos amigos e as respectivas despedidas. Até para o ano Vagos Open
Air.
06/08/2012
Vagos Open Air 2012 - Reportagem do 1º dia (03-Ago)
Sexta-feira, 3 de Agosto e a Lagoa do Calvão aguardava impassível pela chegada dos festivaleiros que desde quinta-feira se foram acomodando nas suas margens. A zona do acampamento estava já bem recheada quando chegámos para mais uma edição do Vagos Open Air e havia grande movimento de pessoas fora do recinto. A entrada foi feita tranquilamente e a partir daí o ritual Vagos começou. A compra de senhas para as barraquinhas da Super Bock estava no mesmo sítio do ano anterior, na zona central atrás da cabine de som. Sentiu-se a inflação na compra das mesmas, mas não foi suficientemente impeditivo de as comprar e desta forma permitir que as ‘louras’ cintilantes e frescas fossem disfarçando o calor que se fazia sentir.
O primeiro concerto já tinha ocorrido quando entrámos, perdendo a prestação da única banda portuguesa do dia, os Disaffected
A segunda banda, Northland, foi uma surpresa agradável. A banda espanhola, de Folk Metal, cativou o público desde o primeiro tema e emanaram uma energia contagiante a ponto de manter os seguranças bem ocupados na frente do palco que iam recolhendo incessantemente os que chegavam lá à frente a fazer crowd surfing. Dedicaram o tema Everything Becomes Dust aos políticos e na música seguinte já o público os acompanhava no refrão marcando o ritmo ao som dos ‘hey hey’. Seguiram com Immortal Forest Song e terminaram com Revenge.
Com algum atraso e ao som do Prologue do seu último álbum, foram entrando no palco os Eluveitie que abriram o concerto com Helvetios. Após A Rose for Epona o vocalista aproveitou a pausa entre músicas para falar bem do nosso país e que assim como o deles também tem a sua própria história, algo que os cativa. Seguiram com o tema Inis Mona com ovação geral, seguida por Alesia. Foi chegada a altura dos temas mais pesados e com The Uprising o movimento no público aumentou havendo lugar a moshes e crowd surfing. No tema seguinte, Kigdom Come Undone ainda se proporcionou um circle pit bem movimentado e terminaram em grande com Havoc.
Os Enslaved foram a quarta banda a pisar o palco e apesar de alguns problemas iniciais com o som tiveram uma boa prestação e competente. O público foi participando e interagindo com a banda. Após o tema As Fire Swept Clean the Earth, tocaram Immigrant Song uma cover de Led Zeppelin. Terminaram em grande energia com o tema Isa.
A banda Arcturus subiu ao palco com energia mas o som dos instrumentos estava baixo em oposição à voz do vocalista e esta não cativou o público. Envergando uns óculos de aviador, o vocalista ia mantendo a sua própria postura e como banda iam tentando atrair os presentes à sua sonoridade, mas o público não pareceu convencido e iam pouco a pouco dispersando-se à medida que o concerto avançava. Terminaram com Paiting My Horror.
Meia-noite e foi chegada a vez dos At The Gates subirem ao palco, os cabeça de cartaz que atraíram muito gente a Vagos na sexta-feira. Dedicaram o tema Windows ao pessoal mais Old School e que conhece o álbum The Red In The sky is Ours, lançado há exactamente 20 anos. Foram tocando temas dos seus álbuns mais antigos, assim como World of Lies de 96 e Forever Blind de 94. Em todo o concerto o público devolveu a energia que emanava do palco e apesar desta ter sido a primeira vez que a banda tocou em Portugal, e disseram que tinha demorado algum tempo mas que tinha sido um grande prazer tocar cá. Terminaram em grande com Kingdom Gone.
No entanto a noite de sexta-feira tinha ainda um convidado especial, a banda sueca Nasum
Este foi um concerto integrado numa digressão de despedida que a banda pretendeu fazer, em virtude de não terem tido essa oportunidade antes do seu término, provocado pela morte do vocalista. Então todo ele foi uma despedida, assim como o vocalista chegou a verbalizar em certa ocasião. Tocaram temas tais como Shadows e I See Lies, logo após um circle pit brutal. Mas a banda ainda não estava cansada, chegando o vocalista Keijo a partilhar que tinha bebido muita cafeína, logo não ia dormir. Foi assim continuando a pedir a participação dos presentes que foram respondendo e interagindo como eles. Terminaram com a participação do público a cantar o refrão com a banda e usaram o tema The End dos The Doors como acompanhamento para a sua saída de palco e mais uma vez reforçar o seu mesmo fim.
Este foi o término dum primeiro dia de peso. No entanto, a noite para alguns, continuou até de madrugada, ao som dos AC/DC ou do soundtrack dos Star Wars com as DJ's Twisted Sisters.
Por: Miriam Mateus
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