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31/08/2015

[Report] Vagos Open Air 2015 (3º dia)

Dia 3, 09.08.2015: Bloodbath | Overkill | Orphaned Land | Alestrom | Ne Obliviscaris | Ironsword | Midnight Priest

Ao terceiro dia fez-se luz, a solar entenda-se, e o calor bem cedo se fez sentir. As caras ressacadas lá foram desaparecendo com a água fria dos chuveiros que logo pelas 8h/9h salvavam vidas. Ou pelo menos pareceu.
O último dia não era para despedidas e com um cartaz daqueles os festivaleiros sabiam que tinham de aproveitar cada minuto.

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20/08/2015

[Report] Vagos Open Air 2015 (2º dia)

Dia 2, 08.08.2015: Venom | Black Label Society | Triptykon | Destruction | Mutant Squad | WAKO | Filii Nigrantium Infernalium

A noite anterior fora pouco propícia a excessos e bem cedo tal se comprovava pela zona de campismo. Os festivaleiros acordaram cedo, o calor nas tendas assim o obriga, e invadiram por completo as imediações da Quinta do Ega.
A indumentária predominantemente negra fez-se notar pelos cafés e supermercados a par dos sorrisos da população local que nos recebeu de braços abertos.

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18/08/2015

[Report] Vagos Open Air 2015 (1º dia)

Dia 1, 07.08.2015: Within Temptation | Amorphis | Heaven Shall Burn | Vildhjarta | Moonshade | Scar For Life

Ao contrário de outras publicações que já lhe vão dando o devido destaque, a Songs for the Deaf Radio está bem familiarizada com o Vagos Open Air. Alguns de nós nunca faltaram a uma edição e este é já o ponto de encontro anual da nossa "família", que a cada ano que passa cresce graças aos nossos leitores/ouvintes.

04/08/2015

Karuniiru, a banda em Tour da Revelação com 'God´s Coming'


Iniciaram a sua Tour, no passado dia 11/7, na Margem Sul no SREF – Feijó e propõem-se durante todo o ano de 2015 e 2016 a vários concertos pelo país, estando disponíveis a encontrar o máximo de locais onde tocar e apresentar o seu trabalho. Começaram a tocar ao vivo efectivamente em Maio deste ano, na Moita e ainda passaram por Corroios, Paio Pires, Lisboa e depois no passado dia 25 de Julho também estiveram em Sesimbra e em Leiria.
As próximas datas  já confirmadas são:                                         
21 de Agosto - Lordelo                                                  
28 de Agosto – Covil – Almada
11 de Setembro – Sabotage – Lisboa
10 de Outubro - Cacilhas









O que dizem de Karuniiru...in evento Hell Sweet Hell Metal Fest
"De Lisboa para o Inferno.... Karuniiru. O projecto musical artístico liderado pela mente inconformista de Domino Pawo.
Com parto tido em finais de 2005. A partir de 2009 começaram a actuar ao vivo. Desde 2009 a banda editou 2 EP's, 4 Singles e 1 Lp.  Participou em meia dúzia de colectâneas, proporcionando ao público incontáveis prestações de luxo e irreverência ao vivo - com justo reconhecimento por parte da imprensa underground.
Aclamados pela crítica underground como uma banda de Shock Rock, Karuniiru combina metal, rock, punk e electro, num híbrido perfeito repleto de elementos teatrais que engrandecem ainda mais os espectáculos ao vivo.
Com uma toada cada vez mais vanguardista e impressionante, Karuniiru assume-se como uma banda portuguesa de intervenção dos século XXI.
Incluido nos planos da banda, a Tour "God's Coming" viaja até ao norte do país, e Karuniiru regressa ao fim de cinco longos anos para junto do seu público fenomenal do Norte de Portugal. No Hell Sweet Hell Metal Fest, dia 21 de Agosto, Karuniiru irá passear a sua selvajaria, como ja vos habituámos. O Futuro é vosso! Agarrem-no!
Please welcome: Karuniiru! WE, Creatures of Hell salute YOU! Welcome aboard!"

Reconhecida pela arte performativa apresentada com as suas indumentárias nos concertos, podem ver aqui um dos vídeos do tema 'TRICK or TREAT' que confirma a importância da cenografia em palco, tal como em toda a imagem característica dos Karuniiru, vindos de Lisboa.

Encontram o seu trabalho 'Cyberpunk' a rodar aqui no seu  BandCamp 

..e fica aqui o convite direto da banda:

"Depois de uma brevíssima paragem para alinhamento de energias na mítica ilha da Islândia, Karuniiru regressa a Portugal com a Tour “God’s Coming”,  a Tour da revelação! Os Karuniiru vão andar na estrada este ano de 2015 e no ano de 2016  a espalhar a mensagem para a qual foram chamados. Contamos com todos vocês para espalhar a palavra por todo o país. A vossa comparência é a diferença que irá marcar, o vosso próprio futuro.”


Tendo despertado a tua curiosidade convidamos-te a vê-los ao vivo no seu próximo evento Hell Sweet Hell em Lordelo no Porto com o lema "WE, Creatures of Hell salute YOU! Welcome aboard!"e acompanhá-los na sua Tour Nacional e através do seu Facebook Oficial Karuniiru.

Fotos in Facebook Oficial Karuniiru
Stanana

[Report] Resurrection Fest 2015 (3º dia)

18 de Julho: Korn, Fear Factory, Behemoth, Moonspell, Danko Jones, Dark Funeral, Heaven Shall Burn, Merauder, Ne Obliviscaris, Skindred, No Turning Back, Dawn of the Maya, Carnifex, Monuments, Borderlands, Strung Out, Der Weg einer Freiheit, In Mute

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30/07/2015

WoodRock Festival @Praia de Quiaios - Figueira da Foz - 17,18 de Julho

Em plena época de festivais pseudo-rock em Lisboa, o rock pleno foi a banhos à Costa de Prata e estendeu a toalha de praia no areal da Praia de Quiaios na Figueira da Foz.
A única grande diferença a realçar este ano é mesmo a alteração da data do WoodRock Festival, que transita de setembro para julho. Com o objectivo de decorrer na força do verão mas também fugir à chuva.
O cartaz para além de duas bandas estrangeiras, os Captain Kill (Noruega) e os The Bellrays (Estados Unidos da América), continuou a apostar numa estrutura forte e consistente com apontamentos a "puxar o envelope" sem deixar de parte a música nacional e a prata da casa.

O primeiro dia, 17, arranca ligeiro e para quem entra no recinto e ouve os THE ZANIBAR ALIENS, fica surpreendido pela qualidade e harmonia da sonorização que coloca a fasquia já a um nível alto. Rock bem estruturado, com batidas bem características, solos bem construídos e a voz de Carl Fernandes faz lembrar algumas vozes do rock britânico bem conhecidas. Devil's Lullaby foi uma das malhas que juntou várias influencias e levando os presentes a saborear sensitivamente apontamentos dos anos 70 e 60 e arriscaria-se mesmo a considerar uns picos de blues em alguns solos. Um arranque surpreendente feito por esta banda lisboeta que colocou a fasquia num patamar que prometia um festival com um nível elevado de puro rock.

Se a fasquia já ia alta os The Black Wizards deixaram com certeza o pessoal de boca aberta. Uma crueza impressionante de sonoridades, algo que de tão simples e tão bruto e puro rendeu quem estava presente. Esta banda do norte presenteou o festival com sonoridades ao nível das memórias dos grandes mestres de referência possibilitando viajar no tempo. Blues ritmados, solos a puxar o psicadélico dos anos 70 a harmonia da voz ora rasgada ora quente e muito sexy para a tenra idade que aparenta a vocalista. O tema 
I don't belong here soube a mel é o que há a dizer.  Este trio composto por Joana Brito, Paulo Ferreira e Helena Peixoto mostraram que 3 é a conta certa. Encheram o palco e preencheram o recinto com um rock que é difícil de encontrar a rolar nas rádios de renome neste país. Uma perfeita delícia para quem goste dos clássicos como Hendrix, Cream, Black Sabbath, Led Zeppelin e Janis Joplin.

ASIMOV terão sido a banda mais alternativa e original da noite. Chegados do Cacém, brindaram com o som mais psicadélico, experimental e puxado da noite. Este duo composto por Carlos Ferreira e João Arsénio lançou-se em palco e proporcionou uma sessão instrumental bem arrojada. Influências do rock psicadélico dos anos 70 bem presentes mas com uma roupagem bem construída. Um bom momento de festival para ganhar fôlego para o resto da noite.

Os Stone Dead estiveram bem, estiveram mesmo muito bem. Um rock sólido, uma presença em palco confiante e forte. Uma sonoridade sem margem para reparos. Rock forte, embalado, constante, puxado e com picos de arriscado. Em Alcobaça rocka-se bem. Não há muito mais a acrescentar.

Miss Lava  honraram a posição de cabeça de cartaz do primeiro dia de festival. Com o terceiro álbum a sair - "Sonic Debris"  presentearam os presentes com o rock mais pesado da noite. Aparentavam estar mortinhos para mostrar as novidades do seu mais recente trabalho e que a ansiedade e felicidade de estar em palco era muita. A sua energia e convivência com o público fez denuncia-los. Sem dúvida uma actuação alegre, forte e mais pujante da noite. Com um encore extenso fez as delícias dos presentes até o passar da hora estipulada, mas ninguém se importou.








Para quem não aproveitou ou chegou perto da abertura de portas no 1º dia a piscina da praia de Quiaios, para além do desconto, tinha música e um concerto Chill-out para os festivaleiros a cargo de Mariya Lomakova (Dj John on a Red Dress) e dos Drum&Didge . 18 de julho, segundo dia, foi pensado para recuperar da noite anterior e repor energias para uma noite que só podia prometer mais.



Quem diz que da Noruega só vem bacalhau, creme para as frieiras e frio está muito enganado. Os Captain Kill aqueceram a noite num arranque de alta qualidade. Com uma pontualidade nórdica (típico) deram o tiro de partida com reportório do seu álbum Vanilla Gorilla. Um rock arrastado, bem cimentado, harmonioso e muito bem construído. Uma alta performance com boas vibrações que conquistou os presentes e que quem se atrasou devia penitenciar-se por ter perdido. Surpreenderam não só pelo rock bem armado de boas guitarradas com acordes rasgados, batidas certeiras e vozes bem possantes e arrastadas mas também pela simpatia que transpareceu do palco. Sem dúvida uma banda a registar.


Os V8 Bombs tomaram o palco e não enganaram ninguém, serviram rock puro da velha formula que estamos habituados aos ambientes do mean, bad, tipic rock dos Café Racers. Uma formula bem enraizada com uma sonoridade bem agradável que não dava para resistir a um pézinho de dança ou um abanãozinho de corpo aos mais resistentes. Rock a abrir para a malta curtir foi a atitude geral do festival durante a performance da banda. Se a temperatura já estava quente, aqueceu mais um pouco para contrariar a cacimba que teimava em cair.

Quem não conhecia SOUQ com certeza que ficou com a expressão WTF????!!! na cabeça (se não saiu pela boca fora). Esta banda deu um outro nível ao 2º dia do festival, senão ao festival completo. Com toda a certeza  o momento mais surpreendente do festival, fosse pelo aparato da quantidade de instrumentistas em palco, fosse pelo resultado. O trombone e o saxofone trouxeram surpresa e trouxeram uma qualidade e pujança aos temas que não passaram despercebidos a ninguém. Uma mistura de influências que resultaram em palco e funcionam muito bem na sua música. A coordenação, o dinamismo e a sonoridade para além de fazerem daquela noite ao mais alto nível como também, com certeza, angariaram mais fãs para a banda e para o festival. Desert Snake Catcher foi um dos temas da noite não desprezando os restantes temas do álbum  "At La Brava" que foram apresentados. O rock português está de muito boa saúde, está arrojado e recomenda-se.



Com ar maduro e bem batido nas lides de palco os D3O serviram com classe um rock típico electrizante e cheio de energia. Uma fórmula bem construída que conquistou e colocou o recinto a dançar. Boa disposição, alegria e boa música. Uma performance irrequieta e Toni Fortuna esteve ligado à corrente durante todo o tempo que esteve em palco e não deixava a banda desacompanhar. Uma delicia para olhos e ouvidos que contagiava todos os presentes.



Directamente dos "States" e já com passagem por Lisboa e Porto os The Bellrays trouxeram o soul no rock e algum cansaço. O qual tivesse na causa de passarem o reportório sem pausas nem grandes paleios. Com postura séria e profissional (não desfazendo nenhuma banda) não criaram grande ligação com o público. Uns verdadeiros performances à americana. Rock muito bem tocado e de alto nível com muita alma soul e blues na potente voz de Lisa Kekaula, a encarnação do power da "Black Magic Women" de Jimmy Hendrix. Robert Vennum acompanhou e desafiou na sua estrilhosa e potente guitarra. O festival não poderia ter tido melhor desfecho numa noite que surpreendeu e agradou os presentes. Talvez tenha sido uma actuação rápida demais para o que é hábito nos palcos lusos mas não faltou o encore depois das suplicas do público.









Considerações finais:

"Its all about Rock and Roll" foi o lema da edição deste ano e foi levado à risca. O festival honrou o rock português e ainda abrilhantou com duas bandas estrangeiras que revelaram ser uma óptima aposta. 
O recinto não sofreu grandes mudanças relativamente ao ano passado o que revelou que "equipa que ganha não mexe". Continuou a criar bons acessos entre camping e zona de concertos por forma a que quem estivesse com preguiça de sair da tenda fosse motivado pelo som do palco. 
O camping, mais uma vez, ofereceu boas condições para quem lá pernoitou e a dinâmica do festival estendeu-se  à piscina da praia oferecendo um bónus com direito a som ambiente aos festivaleiros.
Tudo pensado para que não faltasse nada.
Os acessos a pessoas com mobilidade reduzida foi pensada mais uma vez em todas as zonas e louva-se uma vez mais essa preocupação.
A simpatia e fino trato da equipa de organização é algo que deve ser sublinhado visto que corresponde ao propósito do festival. Um festival acolhedor com boa música e boa onda.
As causas sociais também estiveram presentes. CASA, uma iniciativa local (Figueira da Foz) para apoio aos sem abrigo esteve presente no recinto para quem quisesse contribuir.
Tendo em consideração a relação empreendimento, vontade e tamanho deste festival continuamos com a opinião da edição do ano passado, tem pernas para andar e crescer o suficiente.
A data escolhida, para além de muito mais adequada, tendo em consideração que passou para um dos meses altos do verão, a chuva, cacimba ou morrinha (como referido na mensagem de agradecimento da organização) teimou em marcar presença este ano. O que leva-nos a constatar que S. Pedro é rockeiro e faz questão de marcar presença. Quanto a isso não há nada a fazer.


Texto: Liliana Dias
Fotos: Liliana Dias






28/07/2015

[Report] Dollar LLama + Terror Empire + Voidust @ Side B [25/07/2015]

O passado sábado, 25 de Julho, foi dia de concerto em Benavente, com três bandas nacionais a mostrar o que valem. Apesar do esforço da organização, The Outsiders.pt, para que a noite fosse perfeita, a verdade é que só não foi pela baixa afluência de público.

27/07/2015

Os Horários para o SonicBlast Moledo já são conhecidos!

É já nos próximos dias 14 e 15 de Agosto que, na pequena localidade costeira de Moledo do Minho, acontece a quinta edição do SonicBlast Moledo. Para aqueles que procuram sonoridades stoner, psych, doom ou heavy, é já uma paragem obrigatória. Este pequeno/grande festival é um dos segredos mais bem guardados entre os festivais europeus de stoner, com um alinhamento potente, numa localização de sonho numa das mais belas praias de Portugal e com preços bastante acessíveis.

Distribuídas por dois palcos, à tarde na piscina e à noite no parque, as apostas fortes deste ano são os pioneiros do doom, Pentagram, os únicos e hipnóticos My Sleeping Karma, os intensos Greenleaf, responsáveis por um dos melhores álbuns de 2014 (Trails and Passes), os heavy rockers The Vintage Caravan e os Belzebong, que se estreiam em Portugal. Outras propostas de peso na cena europeia são os Wight, Mother Engine, High Fighter, Libido Fuzz, The Attack of the Brain Eaters, Somali Yacht Club, Puma Pumku e Galactic Superlords. A habitual aposta na cena punk é suportada pelos norte-americanos Nervous e pelos espanhóis Cuchillo de Fuego. Portugal também está muito bem representado pelos The Black Wizards, Big Red Panda, Lâmina, Vircator, Mantra e o regresso dos intrépidos Plus Ultra.

Warmup
O festival conta também com uma warmup party de entrada gratuita no dia 13 de Agosto num bar de praia, várias actividades como surf e skate, e campismo gratuito a apenas dois minutos da praia, onde esta se encontra com o pinhal.

Kadavar, Blues Pills,  The Atomic Bitchwax, Church of Misery, Samsara Blues Experiment, The Machine e Black Bombaim são algumas das bandas que já passaram pelos palcos do SonicBlast Moledo, em edições anteriores.
Os bilhetes já estão à venda. Podes comprar o passe de dois dias por apenas 36€ até dia 13 de Agosto. Após esta data, o preço sobe para 42€. O bilhete diário custa 20€ até ao dia 13 e 25€ no dia.

O SonicBlast Moledo volta em 2015 com dois dias de Sol , praia, surf, skate, vibrações graves e psicadélicas, guitarras pesadas, piscina e muito flow... A quinta edição do festival está marcada para os dias 14 e 15 de Agosto.


14 e 15 de Agosto - Centro Cultural de Moledo

Sol , praia, surf, skate, vibrações graves e psicadélicas, guitarras pesadas, piscina e muito flow...
Stanana



[Report] Resurrection Fest 2015 (2º dia)

17 de Julho: Dagoba, Iron Reagan, Dr.Living Dead,  Death by Stereo, Kadavar, Toxic Holocaust, Anti-nowhere League, Backyard Babies, DRI, Deez Nuts, Motorhead, Nuclear assault, 7 seconds, Children of Bodom, Terror, In Flames, The Exploited, Abaixo Cu Sistema 

O primeiro dia parece sempre que nos leva as energias todas. É inevitável. São as horas de viagem, a maratona de concertos, a noite mal dormida nas famosas tendas de 2 segundos... Todo um martírio... Para quem esteja de fora. Porque nós adoramos e ao segundo dia estávamos prontos para outra e rumamos ao recinto bem cedo! 

24/07/2015

10 motivos para não faltar ao Vagos Open Air (e mais informações úteis)

Estando exactamente a 15 dias do arranque da 7ª (já?) edição do Vagos Open Air, e sendo este o maior evento nacional do género, elaboramos uma shortlist de motivos que esperemos que ajude a decisão de marcar presença neste acontecimento anual.
À semelhança do ano passado, iremos ter três dias de concertos, entre 7 e 9 de Agosto, na Quinta do Ega em Vagos. Os horários das actuações foram também entretanto anunciados (ver no fim deste artigo).
Sendo assim, e sem ordem específica de importância, aqui fica a lista:

Veja também: